__________________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________________ MUCABA ANGOLA C.CAÇ.2613

2019-05-07

ALMOÇO CONVÍVIO 2019






    
Caros amigos e Camaradas
Mais um ano que está a passar e como de costume  cá estou junto de vós  para vos comunicar que o nosso almoço convívio se realiza no dia 8 de junho (sábado), no Restaurante Litoral – Pombal, esperamos poder contar com a presença de todos os camaradas, juntamente com os seus familiares e amigos que nos queiram acompanhar. Vamos pela 8ª vez, juntar os companheiros da C.Caç 2613 que nos quiserem dar o prazer da sua companhia, vamos festejar, vamos conviver, e recordar os bons e até os maus momentos que passámos, lembrando os que infelizmente já não estão connosco, vamos com prazer, festejar aos que ainda nos acompanham não esquecendo aqueles que por motivo de doença, ou outro motivo, não possam estar presentes.
O ponto de encontro será junto do próprio Restaurante, pois será fácil de encontrar seguindo as indicações que assinalamos nas imagens abaixo, convinha que todos estivessem no local até às 10:00 horas, às 10:30 H. haverá uma missa pelos camaradas falecidos, para quem quiser participar.
Agradecemos a confirmação com o numero de pessoas, e se houver crianças, as respetivas idades,  pelo menos até ao dia 1 de Junho.
Edgar Moreno: Tel: 214390880 - Tlm: 968401045
E-mail: edgar.moreno@vodafone.pt   ou  edgar.moreno@outlook.pt
Antonio Mendes: Tel: 253098897 – Tlm: 962364539





 
                                      Programa do Encontro


10 h 30 -  Concentração junto ao Restaurante Litoral
1 l h 00 - Aperitivos de Boas Vindas (Buffet)
12 h 00 - Missa na Capela a 200m do restaurante
13 h 00 - Almoço
16 h 00 - Bolo e espumante +-

Ementa



Aperitivos

Delícias de Caranguejo Bolinhos de Bacalhau Rissóis de Camarão Coxinhas de frango Chamuças
Orelha de coentrada
Rojões
Churrasquinho misto
Frutos secos
Presunto
Melão
Azeitonas


Almoço

Sopa à Lavrador

Salada Mista Colorida
Bacalhau à LITORAL
Lombo de Porco à Regional
Batata fofa e Legumes

Salada de frutas
Leite-creme  
 Bolo Comemorativo


     
   
           Bebidas

Vinho Generoso T. e B.
Moscatel de Favaios Martini Rosso e Bianco
Whisky Novo
Vinho Maduro T. e B. Vinho Verde
Aguas minerais
Sumos
 Gasosas
Cervejas

Espumante


    




Preço por Pessoa 24,00€ crianças 5/10anos 50%


Para os camaradas que queiram viajar de comboio, o Restaurante assegura o transporte a partir da estação de Pombal,

Para tal basta ligar para o telefone 236 947 570






2019-03-26

ANTONIO FERREIRA - PRESENTE -

A C.Caç. 2613 ficou mais pobre, segundo informação do nosso camarada Gomes (Madeirense). Faleceu ontem dia 25/03/19 o Ex-Soldado 129842/69, António Ferreira, de Vila Verde - Braga, que Deus lhe dê o eterno descanso, á família enviamos o nosso mais sentido pesar. Como todos os camaradas já falecidos , o Antonio Ferreira estará sempre presente.

2019-01-17

MANUEL SANTOS COSTA - PRESENTE

Segundo informação do Gomes, (Madeirense) o Manel Santos Costa que estava na Messe de Sargentos, faleceu mo dia 26 de outubro de 2018 ás 08:30 horas, que descanse em paz. 

Á família enviamos as nossas sinceras condolências.

2018-12-22

A TODOS DESEJAMOS UM FELIZ NATAL E UM BOM ANO NOVO


2018-03-29

FALECEU O AUGUSTO DA ROCHA E MELO

É com profundo pesar que comunico o falecimento do nosso Camarada de Armas Augusto da Rocha de Melo Soldado Condutor da C.Caç. 2613 daqui envio as condolências á familia e que descanse em Paz.

2018-01-30

FALECEU O CARLOS FEIO

Faleceu no dia 26 do corrente mês, nosso camarada Carlos Feio, a C.Caç. 2613 ficou mais pobre com a perda de mais um dos seus, à família do Carlos, endereçamos os nossos mais sinceros pêsames, a batalha, para ele terminou, que descanse em paz !

2017-08-17

Reis Pereira

Camaradas e amigos, por informação transmitida pelo camarada Gomes, (Madeirense), faleceu há uma semana vitima de doença, o nosso camarada, ex-1º Cabo, Joaquim Maria Reis Pereira.
À família apresento em meu nome e todos os elementos da C.Caç 2613, sinceras condolências, que descanse em paz.


(Agradeço se alguém tiver uma foto do camarada que me possa enviar, agradeço

Edgar MORENO)

2017-07-09

6º ALMOÇO CONVÍVIO DA C.CAÇ. 2613


6º ALMOÇO CONVÍVIO DA C.CAÇ. 2613

Realizou-se no passado dia 17 de Junho na Quinta da Malhadinha, em Ceira - Coimbra, o almoço habitual da nossa companhia, que reúne camaradas de armas e seus familiares, em agradável e salutar convívio onde se gravar os tempos passados ​​em Mucaba , Angola, onde tivemos momentos bons outros nem tanto ... Foram gravados os camaradas que nos deixaram, uns ainda em serviço, outros já depois do nosso regresso. Para o próximo ano lá Estaremos mais uma vez, se Deus quiser. Vamos todos fazer uma forçinha, este ano houve vários camaradas que faltaram à chamada, uns que não quiseram, outros porque não poderam pelos mais variados, e até os que formam o lugar e depois não compareceram, lembramos em que o que é o número de Presenças ao restaurante, que querem como se essas pessoas lá estivessem. Queremos agradecer a todos os que são formados, e para o próximo ano contamos convosco, é só uma vez por ano, que vale a pena para a satisfação de encontrar de novo os velhos camaradas, bem hajam.

2017-04-08

António Manuel Coelho Fernandes (Vinagre)

 É com sentido pesar que comunicamos o falecimento  no dia 5 de abril por motivo de doença, do nosso camarada, Antonio Manuel Coelho Fernandes (Vinagre) soldado 11800269, a Companhia de Caçadores 2613, fica mais pobre com a perda deste nosso camarada. À família enlutada enviamos as mais sinceras condolências. Ao nosso camarada de armas, desejamos que descanse  em paz. 

2015-07-11

4º ALMOÇO DE CONFRATERNIZAÇÃO DA C.CAÇ 2613 - CARAMULO 2015



Realizou-se no dia 13 de Junho  mais um almoço convívio  da nossa  companhia, a todos os camaradas e seus familiares presentes, agradecemos a sua participação, sem ela não seria possível o êxito destes eventos, para nós que organizamos, é um motivo de alegria ter tantos e bons camaradas, a responder à nossa chamada e esperamos contar com a presença de todos, ou mais, no próximo ano. Apesar do dia não estar muito agradável,  devido a ao tempo chuvoso, mas tudo correu bem felizmente.

Em meu nome, e do Mendes, quero deixar aqui também, um agradecimento ao José Manuel Lopes pela colaboração prestada junto do restaurante, ao Graça (Cebola) que embora não podendo estar presente, se deslocou ao Caramulo  para com o Lopes tratar do restaurante, ao Gomes (madeirense) que com a sua enorme vontade de rever os camaradas não dá descanso ao telefone, e por último, ao nosso " Comandante da Companhia " Carlos Tapadinhas, pela sua dissertação ( embora não tenha ficado muito bom o filme ) sobre a nossa presença no Norte de Angola.

Edgar Moreno 

2015-03-28

Jantar no Café de Mucaba. Quem foi que fez anos...? 

2015-02-17

DE QUIBALA A MALELE

   Do seu autor,  recebi como oferta um livro intitulado.  
"De Quibala a Malele ”, é um livro sobre  a guerra no Norte de Angola no período,  de 1966/67/68, na Companhia de Caçadores 1463,  mais ou menos, um ano depois, seria a nossa vez de embarcar, com o mesmo destino,  rumo ao desconhecido, com aquela sensação, de não saber o que nos ia esperar.
Com um preâmbulo, histórico-politico, resumido, mas bem arquitetado, o camarada Sérgio O. Sá, prepara o leitor para um relato, quase um diário, sobre a sua experiência na guerra colonial, muito semelhante aquela por que nós passamos na Companhia 2613, principalmente a minha, pois tal como eu, o Sérgio Sá era enfermeiro, enfrentou os mesmos desafios, as mesmas dúvidas, os mesmos medos, as mesmas responsabilidades de em determinadas situações, poder ter na mão a vida de camaradas, sem pensar na sua própria vida.


“ Angola
    Estava o ano de 1965 a chegar ao fim quando, por força das circunstâncias de então, aí fui parar.
    Deste-me do “ pão que o diabo amassou “. Nas tuas picadas, nas tuas matas, nas margens dos teus rios,  sob o sol escaldante na tua savana,  na humidade do teu cacimbo, nas molhas dos dias consecutivos sob a tua chuva, nas fraquezas que me apoquentaram, nas centenas de quilómetros que galguei a pé e nos milhares que percorri em viaturas, passando pelas terrinhas perdidas na imensidão do teu chão, onde gente branca e negra enfrentava a vida – e a morte – a seu modo. Uma sem a verdadeira noção da sua cidadania; outra sofrendo a cativante inocência do seu existir.
    Oh Angola! Eu sabia que não eras minha, que não eras nossa, ao contrário do que teimavam em afirmar. E não foi fácil o meu viver no tempo em que me tiveste.
     Mas porque me prendeste desta maneira? Que fascínio tinhas, e tens, para me deixares com esta pungente, mas saborosa, nostalgia quando penso ou falo de ti ?
     O autor  “

No final do seu livro Sérgio O. Sá, escreveu vários poemas também de sua autoria e também por ele musicados,  e cujas músicas estão publicadas no mesmo livro.
                                              
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Se alguém estiver interessado em adquirir este livro, deve contactar o autor através dos seguintes endereços:


Sérgio O. Sá
Trav. da Devesa, 71

4475-823  Maia

2015-02-16

DAMBA DEPOIS DE 1971




2014-05-04

3º Almoço Convívio da Companhia de Caçadores 2613




Realizou-se mais um almoço convívio dos elementos da Companhia de Caçadores 2613 do Batalhão 2891, o almoço teve lugar no Restaurante Manuel Júlio em Santa Luzia, Mealhada.

O evento decorreu como sempre, com muita satisfação e alegria de todos os camaradas e suas famílias,  tivemos este ano mais alguns camaradas que não teem comparecido nos anteriores eventos,  contando-se  entre estes o   nosso  ex-comandante de companhia,  a todos agradecemos a presença, e esperamos voltar a encontra-los no próximo ano, que será em principio no dia 13 de junho, na zona de Pombal.

2014-03-12

3º ALMOÇO CONVÍVIO - 2014

Caros amigos e Camaradas
Mais um ano se passou, é com prazer que volto a contactar-vos para vos comunicar que o nosso almoço convívio se realiza no dia 26 de Abril (sábado), no Restaurante Manuel Júlio em Santa Luzia – Mealhada, esperamos poder contar com a presença do maior número de camaradas juntamente com os seus familiares e amigos que nos queiram acompanhar. Vamos, pela 3ª vez juntar todos os companheiros da C.Caç 2613, que conseguirmos, já que este ano temos mais alguns que no passado ano não podemos contactar, vamos festejar, vamos conviver e recordar os bons, e até os maus momentos que passámos, lembrando os que infelizmente já não estão connosco, vamos festejar aos que ainda nos acompanham.
O ponto de encontro será junto do próprio Restaurante, pois será fácil de encontrar seguindo as indicações que assinalamos nas imagens abaixo, convinha que todos estivessem no local até às 12:00 horas para assim termos algum tempo para a habitual cavaqueira antes do almoço
Agradecemos a confirmação com o numero de pessoas, e se houver crianças, as respetivas idades,  pelo menos até ao dia 16 de Abril.
Edgar Moreno: Tel: 214390880 - Tlm: 968401045 ( depois das 19:00 H.)
Rua Alexandre Herculano, nº6 – 4ºDt.        2745-234   Queluz
E-mail: edgar.moreno@vodafone.pt   ou  edgar.moreno@sapo.pt
Antonio Mendes: Tel: 253098897 – Tlm: 962364539

Coordenadas do restaurante: N 40.305256     W: 8.448820




2013-05-03

2º ALMOÇO CONVÍVIO DA C.CAÇ 2613 - 2013


Realizou-se no dia 27 de abril passado, o 2º Almoço Convívio da nossa companhia, que teve lugar no Restaurante  "o Jorge " na Quinta da Malhadinha em CEIRA - COIMBRA.
Como se esperava os camaradas da 2613 compareceram em força embora se contasse com maior número de presenças mas por motivos de saúde e outros compromissos, muitos dos camaradas que nos tinham prometido a sua presença faltaram, embora alguns nos tenham comunicado a impossibilidade de estarem presentes, outros houve que nada nos disseram, mas vamos continuar a contar com eles, talvez para o próximo convívio que pensamos realizar na zona da Mealhada.
Após o encontro no ponto marcado, embora com alguma confusão devido às obras que estão a decorrer em Coimbra junto ao Portugal dos Pequenitos, seguimos em coluna (parece que ainda estamos em Angola), para o restaurante onde já se encontravam alguns camaradas que resolveram ir diretos para lá.
O encontro decorreu na maior cordialidade e boa disposição, tendo muitos dos camaradas "matado" saudades alguns de mais de 40 anos, recordaram-se bons e maus momentos, recordaram-se e homenagearam-se com um minuto de silêncio, os camaradas já falecidos, e transmitiram-se as saudações daqueles que não podendo estar presentes fizeram questão de enviar um abraço a todos e cada um dos presentes. Não podendo esquecer o camarada Gomes o "Madeirense", que tanto se tem esforçado para que estes encontros se realizem, e que este ano por motivo de doença não pode estar presente, para ele vai um abraço de agradecimento e amizade.
Edgar MORENO






2013-03-17

ALMOÇO CONVIVIO 2013




Caros companheiros

É com prazer que volto a contactar-vos para vos comunicar que  o nosso almoço convívio se realiza no dia 27 de Abril  (sábado), no Restaurante O Jorge  Quinta da Malhadinha em Ceira – Coimbra, esperamos poder contar com a presença do maior número de camaradas juntamente com os familiares e amigos que nos queiram acompanhar. Vamos, pela  2ª vez juntar todos os companheiros que da C.Caç 2613, que conseguirmos, já que este ano temos mais alguns que no passado ano não podemos contactar, vamos festejar, vamos conviver  e recordar os bons, e até os maus momentos que passámos, lembrando os que infelizmente  já não estão connosco, vamos festejar aos que ainda nos acompanham.

O ponto de encontro será em Coimbra junto ao Portugal dos Pequenitos, convinha que todos estivessem no local entre as 10:30 - 11:00  horas para depois seguirmos todos para o restaurante.

Agradecemos, a confirmação, com o numero de pessoas, e se houver crianças, as respetivas idades, pelo menos até ao dia 20 de Abril.

Edgar Moreno: Tel: 214390880 - Tlm: 968401045

Rua Alexandre Herculano, nº6 – 4ºDt.            2745-234   Queluz

Antonio Mendes: Tel: 253098897 – Tlm: 96236453



2012-10-05

1º ALMOÇO CONVÍVIO DA C.CAÇ.2613 - 2012



O Almoço Convívio da Companhia 2613, foi um êxito, o que me deixou bastante satisfeito, pois ao contrário daquilo que alguns queria fazer crer, a maior parte dos camaradas contactados de norte a sul, compareceram e todos confraternizaram em alegre e sã camaradagem, matando saudades que para alguns já era de 40 anos. Da minha parte como um dos organizadores, quero agradecer a todos que disseram " Pronto" ao Mendes e ao Santos pela preciosa ajuda que me deram ao Martins pela paciência de nos aturar e em especial ao Gomes que desde a Ilha da Madeira não poupou os esforços para contactar o maior número de camaradas para estarem presentes.
Espero para o próximo ano poder contar com todos os que se fizeram presentes, e se possível com muitos mais.
Bem hajam.


Edgar Moreno










2012-08-14

ALMOÇO DE SAUDADE



Almoço Convívio da Companhia de Caçadores 2613 

Restaurante “MILITA” Proença-a-Nova   (Zona Industrial)

Dia 30 de Setembro de 2012

Coordenadas: N 39° 44,189 - W 7° 54,605 

EMENTA
Aperitivos servidos no jardim:
Salgados, Enchidos, Maranhos, Paio, Presunto, Queijo, Bebidas
Entrada: Melão com presunto

Sopas:  Peixe / Legumes


Prato de peixe: Bacalhau c/broa crocante

Batata dourada e Salada mista

Prato de carne: Cabrito / Bochechas de porco

Batata frita,  Arroz de cenoura,  Couves c/ Broa
Vinhos da Casa

Sobremesa: Tigelada,  Arroz doce,  Frutas laminadas

Café e Digestivos

Preço por pessoa: Adultos, - € 20,00 

Crianças dos 6 aos 12 anos, - € 10,00 
Crianças até aos 6 anos não pagam   

Concentração pelas 12 horas, no jardim do restaurante, não há problemas de estacionamento.

Para quem vem do norte, pode seguir pela A1 até Pombal depois apanha o IC8 até Proença-a-Nova.

                   

2012-07-12

ALMOÇO CONVÍVIO DA C.CAÇ.2613 - 40 ANOS DE SAUDADE











Caros amigos e camaradas, há muito tempo que se pensa realizar um almoço convívio só com pessoal da nossa companhia, já que muitos não costumam ir ao almoço do Batalhão, será uma maneira de nos encontramos e matar saudades, para muitos de nós já lá vão 40 anos.
Temos estado a contactar por correio ou telefone, no sentido de alertar para o facto, e para  irem preparando disponibilidade para esse dia.
Já marcamos a data que será no dia 30 de Setembro, domingo. O restaurante  também já está marcado, só teremos que confirmar o número certo de pessoas, mais próximo da data.
O almoço será em Proença-a-Nova no Restaurante Milita, assim ficará mais fácil para os que vierem do norte, bem como para os que vão do sul.
Votaremos e contactar mais próximo da data para confirmação, e informação da ementa e respectivo valor.


Um abraço, 


Edgar MORENO

2012-05-21

FOTOS DO CONVÍVIO B.CAÇ.2891 - 2012


2012-05-18

COMPANHIA DE CAÇADORES 2613

Rapazes da Companhia 2613,alguns infelizmente já nos deixaram definitivamente, mas estarão para sempre na nossa memória, os outros, que ainda estão connosco, mas não estão presentes nesta foto, esperamos que estejam presentes no almoço que estamos a pensar fazer e que por sugestão do ex-alferes Magueijo e transmitida ao Gomes (madeirense)e que este por telefone me comunicou, deverá ser para principio de Outubro se houver concordância de todos, vou contactar todos que tiver hipótese, e espero confirmações.

40º CONVÍVIO DO BATALHÃO DE CAÇADORES 2891

Realizou-se no dia 5 do corrente mês, mais um almoço convívio do Batalhão no qual como é costume, participaram vários camaradas das quatro companhias do batalhão. Mais uma vez não me foi possível estar presente como gostaria, por isso não posso fazer um relato pormenorizado do evento, se algum camarada que tenha estado presente e quiser fazer o relato, terei muito gosto em publicar, basta enviar para o meu e-mail.

2011-12-07

QUANDO ACABOU A GUERRA ?

2011-10-10

ALMOÇO CONVÍVIO 2891


As fotos apresentadas neste vídeo fazem parte de um vasto conjunto enviado pelo António Mendes, e que dividi em dois grupos pois de dois convívios se trata.

2011-10-08

ALMOÇO CONVÍVIO 2010



2011-07-26

«O MADERÊNSE»

Eu estava longe de receber uma chamada de telemóvel da ilha da madeira, afinal meus amigos na
ilha, só alguns Radio amadores com os quais de vez em quando trocamos alguns QSO's, (isto é linguagem de radiocomunicações) nem sequer me passou pela cabeça quem era, tão longe estava de tal chamada, mas a voz e o dialecto eram inconfundíveis... era aqui o nosso amigo do meio, ele sentia-se bem entre um enfermeiro e um corneteiro/enfermeiro, entre outras habilidades.
Pois é era o nosso amigo Gomes, o « Maderênse », apanhou o meu numero de telele e toca de ligar, confesso que fiquei surpreso, mas foi uma surpresa bastante agradável pois havia tantos anos que não nos falava-mos, foi realmente muito agradável, obrigado Gomes por te lembrares de mim!
O nosso amigo Carneiro não sei o que é feito dele,espero que ele um dia também me faça uma surpresa.

2010-09-05

PAUSA

Hoje é domingo, não há operações marcadas, para esquecer por algumas horas o mato, os trilhos, as picadas e os perigos que estes encerram, e como não estamos de serviço, eu e o saudoso" Zé da Costa", vestimo-nos à civil, é uma maneira como já disse de esquecer por um dia que estamos em guerra.


O 1º Cabo Mendes, o Padeiro e o Cozinheiro da Messe de Sargentos, estão fardados, que me desculpem os dois últimos pois não me recordo do nome deles. O local do descanso, o alpendre da messe de Sargentos, ah... e também está o cachorro pastilhas quando tinha cerca de um mês.

2009-10-07

O FADO DAS LATRINAS


MOMENTOS DE FADO ...JUNTO ÁS LATRINAS DA AMBUILA!
Gomes, Carneiro e Moreno!
Posted by Hello

2009-10-06

Este livro escrito por Jorge Ribeiro, relata a história de uma professora que encontra no ensino da História de Portugal uma lacuna, que é a falta de ensinamento aos mais jovens, o que foi a Guerra Colonial ou Guerra do Ultramar, conforme o ângulo de que é visto este período da nossa história recente, e decide dar aos seus alunos de uma maneira diferente uma aula sobre a guerra.
Uma aula em que alem dos alunos tivesse também a participação dos pais e dos avós, antigos combatentes que contaram como foram "obrigados" a ir para uma guerra da qual pouco ou nada sabiam.
Vale a pena ler!
Autor: Jorge Ribeiro - Jornalista e Escritor
Edição: Calendário - http://www.calendario.pt/ - E-mail: geral@calendario.pt

2009-09-26

MEMÓRIAS SOLTAS DE UM EX-COMBATENTE 19

Esta noite tive um sonho coisa que já não é de estranhar, como quase sempre povoado de fantasmas, fantasmas dum passado (não muito recente já lá vaõ quase quarenta anos) que teimam em me provocar talvez testando a minha resistência psíquica e mental, já lhes provei mais que uma vez que não me voltam a deitar abaixo, aconteceu uma vez por acaso, agora chega, não ganhei a guerra mas tenho vencido as batalhas.

Encontrava-me numa das margens do rio Bite-Bite, aquele que segundo contavam, um camarada de uma companhia anterior à nossa tinha, numa travessia a pé sido arrastado para o fundo por um Jacaré e que nunca mais foi encontrado, não sei da veracidade da história, mas uma coisa ela me provocava sempre que tinha-mos que atravessar aquele rio, um frio pela espinha que conseguia ser mais frio que a própria água que nos ensopava a todos.

Tinha chuvido bastante durante a noite, o local que tínhamos que atravessar era bastante fundo com uma corrente de apreciável força, com uma vara tentamos ver qual era a profundidade, daria pela cintura aos mais altos como eu, mas a meio do rio de certeza que ara mais fundo, para encontrar -mos um sitio com menos profundidade teríamos que subir muito pela margem o que não era fácil, e iríamos desviar-nos da rota traçada para objectivo em vista. Tentamos prender uma corda na outra margem mas não conseguimos, também ninguém teve coragem de atravessar o rio a nado e assim prender a corda na outra margem, a corrente do rio era muito forte e a tal história do jacaré dançava no cérebro de cada um.

Resolvemos depois de várias opiniões escolher na margem uma árvore fina e com comprimento suficiente para atravessar o rio e ajudar-nos a nós a atravessar também, descoberta a dita que tinha cerca de 30 a 40 cm de diâmetro, o trabalho seguinte era deitá-la abaixo de modo que a mesma caísse de modo a fazer uma ponte, a única ferramenta para tal era a catana do nosso guia negro, também se podia fazer na base um corte para encaixar uma granada ofensiva e faze-la explodir à distância, (não havia cordão explosivo), mas isso iria denunciar a nossa presença coisa que não nos interessava, levamos muito tempo para deitar abaixo aquela árvore só com um catana, mas um pouco a cada um com mais ou menos jeito lá foi, não chegou bem ao outro lado do rio mas já era suficiente, os primeiros a passar foram cortando aqueles ramos que atrapalhavam mais.

Já haviam passado uns três e a nossa ponte começou a tornar-se perigosa devido à chuva e à lama, então resolvemos passar por dentro de água usando a árvore como travão para que a corrente não nos levasse, sempre a pensar naquele maldito Jacaré, mas a água era tão escura que não nos deixava ver nada, quando cheguei a meio do rio a água já me dava quase aos ombros, tive que me agarrar ao tronco com um braço, e com o outro manter a arma e bolsa de enfermeiro fora de água.Foi um alivio para todos quando nos encontramos no outro lado do rio, como já estava a escurecer procuramos um local para montar o acampamento no dia seguinte teria-mos que recuperar o tempo perdido em direcção ao objectivo, claro que esta seria mais uma noite a dormir com a roupa toda molhada, porque não havia hipótese de a mudar, e dormir sem roupa no mato era coisa que não passava pela cabeça de nenhum de nós, e também não havia roupa para mudar o que seria peso extra, também sabia-mos que de manhã estaria praticamente enxuta.
Despertei ao som da voz do locutor da RDP anunciando que já passavam trinta minutos das oito da manhã, levantei-me bruscamente e não vi os panos de tenda sob os quais tinha adormecido,tampouco os camaradas tinham ficado comigo no mesmo abrigo...afinal tinha sido mais um sonho,mas quase tão real porque o que eu vi em sonho aconteceu mesmo, talvez os pormenores não tenham sido assim mas foram muito semelhantes, só que por mais que tente não me consigo lembrar qual era o nosso objectivo para aquela missão, vou tentar lembrar-me ou sonhar novamente, pode ser que consiga continuar a história.

2008-03-23

LUANDA DOS NOSSOS DIAS

Para matar saudades de alguns, bons momentos...

2007-09-07

GUERRA SEM FIM



Citando

“GUERRA SEM FIM “

Título de um trabalho publicado em» NOTÍCIAS MAGAZINE «15 de Julho de 2007 com Texto de Helena Mendonça, Fotografia Ricardo Meireles.

Caixa:
- Continuam em combate trinta anos após o fim da guerra colonial. À noite, são assolados pelas imagens de morte e chacina e, de dia, perpetuam o medo e a angústia. Vivem mal com eles próprios e com os outros. Uma equipa coordenada pela psicóloga Ângela Maia tentou saber quem são e como vivem hoje os ex-combatentes. Concluiu que, no mínimo trezentos mil homens poderão estar profundamente doentes e abandonados à sua sorte.

-As estatísticas dizem quase nada sobre as dores de alma de um ser humano, mas ajudam a entrar num universo de sofrimento que Portugal teima em ignorar três décadas depois do fim da guerra do Ultramar (1961-1974). Um estudo recente sobre um grupo de 350 ex-combatentes mostra que 38 por cento têm sintomas da chamada perturbação de stress pós-traumático (PTSD), uma taxa que nem o pós guerra do Vietname registou. Se é verdade, como apontam as estimativas, que um milhão de soldados esteve
nas guerras de Angola, Guiné e Moçambique e que dez mil morreram em combate, então, feitas as contas, serão cerca de 400 mil os homens neste momento expostos à doença. O dobro do esperado pela psicóloga Ângela Maia e muito mais do que a estimativa de 140 mil avançada pelos estudos do psiquiatra Afonso de Albuquerque. «Diria, sendo conservadora, que neste momento serão 300 mil os homens em situação de risco»

- Mais adiante

Mas a triste história dos homens que regressaram com vida de guerras por vezes tão ou mais marcantes do que a guerra do Vietname não se ficam pelos pesadelos e recordações do horror, alucinações ou o medo constante. As repercussões físicas são inevitáveis: 65 por cento relatam doenças do sistema nervoso, 41 por cento têm problemas gastrointestinais e 38 por cento sofrem do coração. Mais de 40 por cento reconhecem beber álcool em excesso para enfrentar o mal-estar...

- Mais adiante

«Estude-nos depressa doutora»
«Porque é que ainda não morri?» A interrogação, repetida mostra o fardo insuportável que estes homens carregam sem descanso nem fim à vista. O certo é que eles morrem mais do que os outros. Estudos nos E.U.A. revelaram uma probabilidade de morte cinco vezes maior entre os ex-combatentes, devido a suicídio, brigas comportamentos violentos consumos excessivos de álcool e acidentes vários. Embora se desconheça a realidade portuguesa, o apelo dirigido a Ângela Maia por um dirigente de uma associação de ex-combatentes - «estude-nos depressa doutora» patenteia a percepção de uma esperança de vida encurtada.A violência, a raiva, a revolta, a impulsividade, são sintomas da enorme pressão em que vivem. E as famílias as maiores vítimas. Aliás 37 por cento dos entrevistados admitem práticas de violência conjugal, do insulto à agressão, até partir objectos intencionalmente.


- Mais adiante -


O que fez até agora o Estado para tratar, ou pelo menos, minimizar o drama destas famílias? Quase nada com efeito real no corpo e na mente destes doentes. Em 1999 o governo publicou uma lei que declara a PTSD uma causa de deficiência. Anunciava-se a criação de uma «rede nacional de apoio» que desse resposta clínica e económica aos afectados. Oito anos depois, a tão propalada medida continua a não chegar aos que precisam.

À revolta provocada pela dor das memórias junta-se a raiva pelo abandono a que se sentem votados. Uns manifestam-se com o silêncio e o isolamento. Outros gritam sempre que podem o seu sofrimento, como o fazem nos estudos de Ângela Maia.

Uma nota final que a psicóloga insiste em transmitir: em todos os estudos a equipa de investigação tem a preocupação ética de encaminhar para os serviços competentes os homens que aceitam trazer à tona da memória os acontecimentos vividos, podendo com isso agravar o seu estado de saúde.«


Citei excertos de um estudo efectuado com ex-combatentes, por:

Ângela Maia (cordenadora)

Maria da Graça Alves

Eugênia Maria Fernandes

Marlene Pais da Silva

Filipa Felgueiras

Ana Margarida Mauricio

Mónica Lopes Fernandes
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2007-06-14

UMA VERDADE INCONVENIENTE

2007-05-07

BATALHÃO DE CAÇADORES 2891 35º CONVIVIO


























































Realizou-se no passado dia 5 do corrente mês o 35º Almoço Convívio do Batalhão de Caçadores 2891 de que faziam parte as Companhias CCS, 2611, 2612 e 2613, desta vez o evento teve lugar em Castelo de Paiva. Começou com a concentração dos antigos elementos do Batalhão junto à Rotunda dos Combatentes, onde foi prestada uma singela homenagem com um minuto de silêncio junto ao monumento ali erguido em memória de todos os militares daquele concelho, que perderam a vida por Portugal, nos vários cenários da guerra colonial. Seguiu-se uma missa em memória dos mesmos na Igreja de Fornos. Após a qual se seguiu o almoço que decorreu como sempre, em ameno convívio cada um trazendo à memória as velhas recordações da guerra.
No próximo ano o 36º, está previsto para se realizar na zona de Leiria, esperemos que possamos voltar a encontrar-nos todos novamente, e se possível mais alguns, pois este ano foram marcadas muitas faltas à “Formatura “.

2007-03-31

35º ALMOÇO CONVIVIO DO BATALÃO 2891

Vai realizar-se mais um almoço / convívio do nosso Batalhão desta vez será em Castelo de Paiva próximo dia 5 de Maio.
Lugar do encontro: Rotunda dos Combatentes en Castelo de Paiva pelas 10h 30m.
Às 11h.45m. saída para a Igreja Paroquial de Fornos, onde será celebrada missa por todosos nossos colegas falecidos.
No fim da missa partiremospara o restaurante Flor do Monte - Quinta da Bouça Velha em Souselos
Sem a tua presença não há convívios por isso não faltes.
A comissão organizadora
Mário Mendes da Silva - Tel: 255699188 - 936961725 a partir das 19 horas
Augusto da Rocha Melo - Tel: 255698188 - 913208447 a partir das 19 horas
Confirma a tua presença, assim como o número de pessoas que te acompanham, imperativamente até ao dia 22 de Abril para os telefones acima mencionados

OUTRAS MEMÓRIAS...


Não sei onde estás! De ti tenho apenas a memória, nada mais, um fugaz relampejo da tua imagem, foi ela a minha companheira de tantas caminhadas foste tu o sol que me iluminou tempos sem fim, mesmo sem te ver, tu estavas lá, estavas sempre lá, mas era à noite… era à noite que a tua presença mais se fazia sentir, quando estava só com os meus pensamentos, então tu aparecias ao meu lado com o teu sorriso malicioso os teus lábios carmim pedindo que te beijasse, então eu acariciava a tua pele clara e sedosa, encostava nos teus os meus lábios sedentos de amor, levemente, como se tivesse receio de te magoar. Acariciava ternamente os teus cabelos lisos e dourados, ouvia o leve sussurro dos teus lábios junto ao meu ouvido sentia a brisa suave e quente que saía da tua boca quando dizias, meu amor como eu te amo, nós somos loucos! Eu respondia num sussurro, sim, loucos de amor.

E era assim juntinhos segredando ao ouvido um do outro, os corpos entrelaçados como se fossem um só que finalmente vencido pelo sono adormecia. De vez em quando estranhos mas familiares ruídos me acordavam , mas logo voltava a adormecer, nem o calor tropical nos afastava, nem mesmo o temor da guerra, (esta guerra que não tinha fim) o medo da morte, a angustia sentida em cada caminhada pelos trilhos e picadas das imensas matas do norte de Angola, fazia arrefecer este nosso amor, ele era mais forte de que tudo, um amor que tudo suportava. Nem a separação, nem mesmo morte que me espreitava em cada recanto daquela mata, atrás de cada árvore, nada nem ninguém assombra este amor feito de poesia, és a musa inspiradora das dezenas de poemas que fiz para ti.

Oh! Meu amor como é belo o teu sorriso quando te debruças no varandim da tua casa quando eu passo, quando te mostras atrás vidraça… num sorriso tímido, talvez a tua mãe tenha razão, quando te diz para teres cuidado, para não te envolveres muito, e que nós somos militares, e hoje estamos aqui amanhã sabe-se lá onde… mas quando penso que um dia nos separaremos então apodera-se de mim uma tristeza que não tem fim. Amanhã parto para o mato…é mais uma missão, sei que não deixarás de pensar em mim, tal como eu não vou deixar de pensar em ti, sei que rezarás para que nada me aconteça, e eu, à noite olhando o céu por entre o arvoredo desta mata imensa, verei as estrelas e em cada uma delas verei o teu belo rosto, os teus encantadores olhos azuis, brilhando no céu escuro.

E ouvir-te-ei dizer, meu amor, estou aqui, quando, inesperadamente, no céu uma estrela
cadente passar, tão forte tão brilhante, o seu rasto dourado assemelhar-se-há ao teu cabelo, tão louro e comprido como o rasto daquela estrela, então com um terno e doce beijo despeço-me de ti e finalmente adormeço! Mas continuarei, vendo-te ao meu lado tão bela tão doce que desejarei que a noite não mais tenha fim.

Repentinamente ecoaram pela mata estalidos secos de armas automáticas que me pareceram tão longínquos que fiquei por breves momentos a pensar onde estava, mas fui violentamente arrancado aos meus pensamentos pelo meu companheiro de abrigo; acorda pá estamos a ser atacados, o sol rompia já no horizonte, voltei então a ouvir estão a atacar-nos peguem nas vossas armas, continuem deitados no chão, os gajos acordam cedo dizia o meu companheiro do lado, vamos correr com eles dizia outro, poupem as munições, dizia o nosso Alferes, nada de rajadas, disparem só para o que virem mexer!!! Bazuca!!! Quem tem a bazuca ponha-se em posição sem se expor e aponta-me essa merda como deve ser, vai, fogo nos gajos, da boca em forma de sino, da Bazuca sai uma língua de fogo, aí vai ela, o projétil rebentou com um forte estrondo ouvem-se mais alguns tiros vindos do outro lado da mata, e alguns impropérios a nosso respeito e das nossas mães, e já a bazuca voltava a vomitar metralha, novo rebentamento e não se ouviram mais tiros, o inimigo debandava já do local, um pequeno grupo foi fazer o reconhecimento do sítio do ataque, e apenas encontraram, alem de muitos invólucros de balas vazios, e um pequeno rasto de sangue provavelmente de algum ferido pelo nosso fogo, já os posemos a andar. A voz do Alferes fez-se ouvir, levantar o acampamento ainda temos dois dias pela frente, mexam-me essas pernas, e olhos bem abertos, só paramos algum tempo depois para o “ mata-bicho “ que o corpo não é de ferro.

Só então após ingerir duas bolachas “ Capitão “ e uma lata de leite com chocolate, e depois de acender um cigarro, retomei os meus pensamentos interrompidos pelo matraquear das automáticas, afinal até aqui, tudo não tinha passado de um sonho, a minha musa estaria bem longe dali, mas estava bem viva no meu pensamento.