MÁRIO PRATAS LIGEIRO - PRESENTE
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A GUERRA COLONIAL, QUER QUEIRAMOS QUER NÃO, FOI VIVIDA INTENSAMENTE POR TODOS OS PORTUGUÊSES, POR ISSO PORTUGAL DEVE HONRAR OS SEUS COMPROMISSOS E NÃO ESQUECER COMO ATÉ AQUÍ, AQUELES QUE DERAM O MELHOR DA SUA JUVENTUDE PELA PÁTRIA ! NUMA GUERRA QUE NIGUEM GANHOU.
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Camaradas e amigos, por informação transmitida pelo camarada Gomes, (Madeirense), faleceu há uma semana vitima de doença, o nosso camarada, ex-1º Cabo, Joaquim Maria Reis Pereira.
Rapazes da Companhia 2613,alguns infelizmente já nos deixaram definitivamente, mas estarão para sempre na nossa memória, os outros, que ainda estão connosco, mas não estão presentes nesta foto, esperamos que estejam presentes no almoço que estamos a pensar fazer e que por sugestão do ex-alferes Magueijo e transmitida ao Gomes (madeirense)e que este por telefone me comunicou, deverá ser para principio de Outubro se houver concordância de todos, vou contactar todos que tiver hipótese, e espero confirmações.
Realizou-se no dia 5 do corrente mês, mais um almoço convívio do Batalhão no qual como é costume, participaram vários camaradas das quatro companhias do batalhão. Mais uma vez não me foi possível estar presente como gostaria, por isso não posso fazer um relato pormenorizado do evento, se algum camarada que tenha estado presente e quiser fazer o relato, terei muito gosto em publicar, basta enviar para o meu e-mail.

Este livro escrito por Jorge Ribeiro, relata a história de uma professora que encontra no ensino da História de Portugal uma lacuna, que é a falta de ensinamento aos mais jovens, o que foi a Guerra Colonial ou Guerra do Ultramar, conforme o ângulo de que é visto este período da nossa história recente, e decide dar aos seus alunos de uma maneira diferente uma aula sobre a guerra.




Realizou-se no passado dia 5 do corrente mês o 35º Almoço Convívio do Batalhão de Caçadores 2891 de que faziam parte as Companhias CCS, 2611, 2612 e 2613, desta vez o evento teve lugar em Castelo de Paiva. Começou com a concentração dos antigos elementos do Batalhão junto à Rotunda dos Combatentes, onde foi prestada uma singela homenagem com um minuto de silêncio junto ao monumento ali erguido em memória de todos os militares daquele concelho, que perderam a vida por Portugal, nos vários cenários da guerra colonial. Seguiu-se uma missa em memória dos mesmos na Igreja de Fornos. Após a qual se seguiu o almoço que decorreu como sempre, em ameno convívio cada um trazendo à memória as velhas recordações da guerra.
